Amei muito, mas muito! Amei de chorar antes
de dormir, amei de não comer por estar em greve. Se alguém me perguntasse o que
eu fiz a minha vida toda, responderia “amei”. Mas nunca ninguém me amou de
volta. Algumas foram paixões que passaram sem deixar buracos, outras foram
levando pedaços de mim que até hoje não sei por onde andam. Perguntava-me qual
seria meu limite, quantos eu poderiam amar em uma vida só. Foi aí que eu
descobri outra forma de amor... Aquele amor de amigos. Não sei se era minha
nerdisse, meus trabalhos feitos, minhas piadas sem graça ou o meu jeito
diferente de ser que fez com que eu tivesse tantos amigos, principalmente no 3º
ano. Amigos que nunca vou esquecer, amigos que infelizmente vou acabar
esquecendo e uns “amigos” que felizmente eu vou esquecer. E dentre todos esses,
você estava lá. Tenho que dizer meu caro, infelizmente você vai ser um daqueles
felizardos que dificilmente vou esquecer.

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